02 de Novembro de 2009

Hoje é dia de Fiéis-Defuntos e como é lógico é um dia de maior afluência aos cemitérios.Hoje o nosso cemitério de cima possui uma rampa de acesso para as pessoas com dificuldades em subir escadarias e para aquelas que se deslocam em cadeira de rodas.Desculpem-me os leitores por citar um caso em particular.A minha irmã foi hoje ao cemitério para visitar o jazigo em que estão sepultados o meu pai e uma tia minha.Eu disse que foi ao cemitério mas ela limitou-se a espreitar por entre as grades porque a rampa está lá mas o portão está fechado. O meu irmão Agostinho ligou para o telemóvel do senhor Padre Barros mas estava desligado. Quem é o depositário da chave do portão? Se nem no dia de Fiéis-Defuntos podemos utilizar a rampa,quando é que podemos utilizá-la ?

Que título devo dar a este Post ?

 

publicado por ANTÓNIO OLIVEIRA às 21:59

Sérgio Carneiro:
Boa tarde.

Pelo que sei, o portão novo (sem escadaria, para pessoas com dificuldades) que tem acesso para o cemitério "velho", é aberto exclusivamente para funerais e outras celebrações religiosas. O dia de visitar os nossos familiares e a amigos, foi no domingo, pelo que até deu noticias nos telejornais. Sei que não é esse o dia em concreto. Mas em Vila Boa de Quires e outras cidades e freguesias, foi no Domingo, talvez por razões do dia ou tempo. Nesse dia, o portão estava aberto e até o Sr. Agostinho Oliveira era para ir ao cemitério.
Estou contra o portão estar fechado, sem ser nos dias de excepção. Mas são normas que escolheram, quem sou eu para muda-las.




Um pequenino aparte. Se quiserem visitar o meu blogue, para darem conselhos, criticas, sugestões ou outros comentários, poderão clicar no meu nome para aceder ao meu blogue pessoal. Tem algumas postagens, mas criei-o com a intenção de darem-me criticas, sugestões e etc...
Obrigado.

Muito boa tarde.
3 de Novembro de 2009 às 15:15

O sr carneiro, coloca uma coisa muito interessante no seu comentário cito (...)" Quem sou eu para muda-las.." Eu digo-lhe quem é o senhor, é um eleitor, como eu e tantos outros, que elegeram uma equipa para nos representar. E se nos representam, devem representar-nos bem. Que não parece ser o caso, mas são as representações que temos.
3 de Novembro de 2009 às 15:43

Ó Sérgio,tu estás contra esse regulamento e estás muito bem porque não deve haver um dia específico para o fim em questão.O portão da escadaria não está aberto todos os dias ? Então porque é que o outro está fechado ?! Ou isto é discriminação ou então alguém tem medo que os cidadãos que se deslocam em cadeira de rodas,vão para dentro do cemitério fazer rally.
3 de Novembro de 2009 às 16:12

mirone:
Muito Boas Amigo Anónio.
Penso que um título sugestivo para o teu post seria:
A Utilidade de um Portão Fechado.

Até Já.
3 de Novembro de 2009 às 17:21

Sérgio Carneiro:
Sr. António Oliveira, estou contra esse regulamento. Sou pelo Fernando Monteiro, sou PSD - apontando as criticas e as virtudes - mas neste aspecto estou totalmente contra esse regulamento ou ideia, como poderemos chamar-lhe.
Acho que o portão deveria estar aberto como todos os outros portões estão.
3 de Novembro de 2009 às 20:35

Vou atirar um cálculo à sorte.Penso que mais de 20% da populaçao de V.B.de Quires é idosa ou com deficiência física,por isso,o bom-senso aconselharia a que os dois portões do cemitério estivessem abertos em simultâneo.
4 de Novembro de 2009 às 22:46

Este post só pode ter um título "ELES NÃO TÊM VERGONHA"
5 de Novembro de 2009 às 16:51

O que terá a dizer sobre este assunto o provedor do cidadão com deficiência ?
5 de Novembro de 2009 às 21:03

Sérgio Carneiro:
Acho que o assunto que está a por em cima da mesa não tem nada haver com este tópico.
5 de Novembro de 2009 às 21:16

Desculpa não concordar contigo,mas das várias conversas que tive com o Luís Miguel Magalhães( o Provedor ) foi-me dito por ele que o cargo que ocupava tinha por finalidade alertar as consciências e denunciar tudo o que vá contra a dignidade do cidadão com deficiência.por isso, querer saber a opinião do Provedor e exigir dele uma atitude,tem tudo a ver com o tema em discussão.
Afinal com que finalidade foi criado o cargo de provedor do cidadão com deficiência ?
5 de Novembro de 2009 às 22:48

Sérgio Carneiro:
O cargo de Provedor do Cidadão com Deficiência, foi criado para o que o Sr. António referiu, apenas para alertar os órgãos competentes, pois esse cargo não tem poder de execução.
6 de Novembro de 2009 às 10:37

Anónimo:
sr. António não é luis magalhaes é Dr. Luis Magalhaes, Sr. Dr. Provedor ...............
PERCEBEu????? vamos deixar os problemas pessoais de lado e a inveja..........
6 de Novembro de 2009 às 14:55

Senhor Anónimo.
Tenho conversado muitas vezes com o Luís Miguel e nas conversas que temos tido ele nunca exigiu que o tratasse por doutor,aliás,por doutor só trato uma pessoa formada em medicina,é um hábito antigo que não pretendo alterar.Quanto a problemas pessoais,confesso que já tive um problema pessoal com ele,porque ele traíu a confiança que eu depositava nele,mas tivemos uma conversa e creio que suplantamos o problema,a não ser que ele não tenha gostado do reparo que lhe fiz e mantenha uma certa reserva mental contra mim.Quanto a ter inveja dele,eu nunca sentiria inveja duma pessoa que,em cada intervenção pública que faz sai uma declaração de amor a Manuel Moreira.Também não sentiria inveja duma pessoa que fez a figura ridícula de andar durante 15 dias com umas bandeirinhas espetadas na sua scooter.
PERCEBEU ???????? Senhor anónimo.
6 de Novembro de 2009 às 17:20

Ó Sérgio,é isso mesmo que se exige que o provedor Luís Magalhães faça.
6 de Novembro de 2009 às 11:15

Outra vez a bater no ceguinho. Aqui cego é o cão. Estão a outra vez a falar da mesma coisa. falam e não dizem nada. O provedor alertou ou não?
Isto é o que se pretende saber.
6 de Novembro de 2009 às 12:01

Vou encerrar este tema pedindo desculpas,se houver motivos para isso,ao doutor LUÍS MAGALHÃES o nosso Provedor.
" Só devemos olhar uma pessoa de cima quando estamos a levantá-la do chão "
7 de Novembro de 2009 às 22:57

Normalmente não refiro o nome das pessoas a quem estou a responder, não é por mal que o não faço,é apenas uma questão de hábito.Desta vez vem a excepção: Compreendi perfeitamente o que o Carlos Marques quis dizer.Há pessoas que por um pouco de notoriedade são capazes de vender a alma ao diabo.
9 de Novembro de 2009 às 00:17

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